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Venda de cosméticos aquecida nesse Natal

Quem trabalha no mercado de beleza certamente terá um feliz Natal. Além das idas nos salões aumentarem no final do ano por causa das festas, as vendas de cosméticos também devem ser ampliadas. De acordo com estimativa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), os números serão menores do que no ano passado, mesmo assim o setor deve crescer.

Em 2010, as vendas de produtos de beleza aumentaram 10,9%, nesse ano será entre 6% e 7%. Segundo a CNC, o consumidor está mais cauteloso e irá optar pela compra de produtos mais em conta. Evidência disso é que os eletroeletrônicos perderam até 10% de participação no "mix" de produtos das lojas neste Natal, enquanto itens de perfumaria e cosméticos ganharam o dobro de espaço.

Dica da Brasil Ervas: Aproveite a época para potencializar suas vendas e deixar suas clientes felizes!

Gastos com cabeleireiro crescem 44% em 6 anos

Os gastos mensais das famílias brasileiras com corte de cabelo, tintura, lavagem, escova e outros tratamentos subiram 44% entre janeiro de 2002 e dezembro de 2008, segundo aponta pesquisa da Fecomercio. O estudo foi realizado a partir de dados das duas últimas Pesquisas de Orçamento Familiar (POF) do IBGE.

De acordo com a pesquisa,  "a preocupação com o visual é algo enraizado na cultura brasileira e, portanto, é natural que o mercado de cabeleireiros apresente um desenvolvimento expressivo durante um período de crescimento econômico como o que vivenciamos".

As famílias da classe “B” são as que mais gastam com esse tipo de serviços - R$ 281 milhões por mês. Na sequência, aparecem as classes “D” e “C”, que gastam, respectivamente, R$ 236,5 milhões e R$ 208,9 milhões mensais. Depois, seguem as famílias das classes “A” e “E”, que gastam R$ 143,3 milhões e R$ 138,3 milhões por mês.

Por região
No total, os gastos somados das famílias de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais chegam a R$ 536 milhões - 53% do que é gasto no segmento no país. "O estudo ainda apontou que o gasto das famílias paulistas é maior do que a soma dos gastos das famílias fluminenses e mineiras juntas".

De acordo com a pesquisa, enquanto cada família da classe mais alta gasta, em média, R$ 64,99 por mês, as da classe mais baixa gastam R$ 6,13. As que mais gastam são as famílias da classe “A” de Roraima: R$ 228,13, e as que gastam menos são as da classe “E” do Maranhão, R$ 4,10. A média de gastos das famílias de classe “B”, “C” e “D”, respectivamente é de R$ 39,16, R$ 23,5 e R$ 13,94.

Fonte: Site G1
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