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Hino ao amor...

 Quem assistiu a minissérie Maysa- Quando fala o coração, possivelmente irá lembrar da cena onde a protagonista recebe a notícia da morte de André Matarazzo, ex-marido e melhor amigo. A cena é extremamente emocionante! A cantora, que está em turnê por Portugal, recebe a notícia antes de se apresentar. E no palco, após aplausos, conta que acabou de perder seu primeiro amor e por isso seu coração está sangrando naquele momento. Para homenageá-lo canta a música que ele mais gostava: Hino ao Amor.
A música é lindíssima, vale a pena conferir!



Hino Ao Amor (Hymne À L'amour) 

Composição: Edith Piaf e Marguerite Monnot (Versão) Odayr Marsano

 
Se o azul do céu escurecer
E a alegria na terra fenecer
Não importa, querido
Viverei do nosso amor
Se tu és o sonho dos dias meus
Se os meus beijos sempre foram teus
Não importa, querido
O amargor das dores desta vida
Um punhado de estrelas no infinito irei buscar
E a teus pés esparramar
Não importa os amigos, risos, crenças de castigos
Quero apenas te adorar
Se o destino então nos separar
Se distante a morte te encontrar
Não importa, querido
Porque morrerei também
Um punhado de estrelas no infinito irei buscar
E a teus pés esparramar
Não importa os amigos, risos, crenças de castigos
Quero apenas te adorar
Quando enfim a vida terminar
E dos sonhos nada mais restar
Num milagre supremo
Deus fará no céu te encontrar



Engraçado porque lembrei dessa cena do nada e fiquei feliz por poder compartilhar a lembrança. Espero que gostem.

E ai, o que acharam??

 

Nostalgia - parte III


           Guloseimas



Alguém se lembra do Chocolate Supresa que vinha com figurinha de fotos de bichos, de dinossauros (e outro da África/Amazônia)? Adorava colecionar. Tinha um chocolate da Turma da Mônica também que tinha o personagem moldado em chocolate branco e o resto em chocolate preto. Tinha o Chokito, o Compre Batom, compre Batom, compre Batom (é, eu compro até hoje mesmo). Outro que era delicioso também era o Kinder Ovo que na época era baratinho!  E os guarda chuvinhas de pseudo-chocolate? De amendoim tinha as paçocas que devoro até hoje!
Biscoito Mabel, Passatempo, Mirabel, Mini-biscoito da TV Colosso, Skiny e lanche do Fofão eram sempre alvo de minhas comprinhas!
No quesito balas, elejo como as  mais respeitáveis:  as temidas Soft,  as balas Fizz (efervescia na boca), 7 belo, Freegells (com figurinhas de mensagens românticas) e as balas dos Cavaleiros do Zodíaco (a minha preferida). Para mascar, os chicletes Ploc e Ping Pong eram os mais marcantes!
          Como não citar o pirulito do Zorro com gosto de dadinho!? Também existia o Push Pop! Pirocóptero, pirulito de limão e açúcar de chupeta e animais.
          E quem não adorava  Danoninho e Chambinho ?

         Filmes e livros




            Sobre livros eu lia muito os de fábulas, Sítio do Pica-Pau Amarelo, Coleção Vagalume, gibi da Turma da Mônica e revistas diversas. Já era viciada!
            Ao lembrar de filmes que assistia naquela época,  vem à mente Os Batutinhas,  A Lagoa Azul, O Jardim Secreto ( filme lindo, misterioso, fantasioso... vou ter que ver de novo mesmo), A Fantástica Fábrica de Chocolate, As Patricinhas de Beverly Hills, Bambie, via muitos documentários do Discovery Chanel, A Branca de  Neve e os 7 anões, A Dama e o Vagabundo e tantos outros da Disney, todos os filmes da Xuxa e dos Trapalhões. Ah sem contar que via com a família os filmes do Mazzaropi (e achava o máximo).




           Os brinquedos mais famosos da época incluem Banco imobiliário, Cubo mágico, Lego, Ioiô, Barbie, Jogo da Vida, Detetive, War, Batalha Naval, Gamão, Damas e Scrabble, Mola maluca, Pense bem, Meu Bebê, bambolê (nunca consegui brincar disso), patins, pega-vareta, geloucos, tamagoshi (o meu era verde água).Também contava com piões, pipa e bolinha de gude (resgastados de outras décadas).
           Se quisesse reunir a primaiada em casa, era só ligar o Super Nintendo. O meu jogo preferido era Super Mario World, mas Donkey Kong Country, Super Mario Kart, Mortal Kombat, Street Fighter, um de sinuca e outro de avião me faziam muito feliz! E ai vinha a odisséia para fazer o cartucho “pegar”: assoprar, bater, tirar, colocar devagar.
           Brincadeiras como esconde-esconde, pega-pega, polícia e ladrão (detestava os meninos da minha escola quando brincavam disso), bater tazo, roubar bandeira, pular corda, amarelinha, stop...
Lembrei agora de uns comerciais que me marcaram como o da poupança Bamerindus, os da Faber Castell( Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo...) entre outros que não recordo no momento.
             Musicalmente tinha Mamonas Assassinas (os quais cantavam letras maliciosas que nem sonhávamos em saber o significado). Sandy e Júnior, Xuxa, Eliana, Chiquititas, É o tchan, Balão Mágico, Trem da Alegria...
            Para  fechar com chave de ouro selecionei 2 vídeos que trazem ainda mais lembranças.




            Bom reviver tudo isso, bom nutrir esse sentimento, mesmo que através dessas lembranças venham reflexões e outras saudades. Melhor ainda é chegar à conclusão que nossa infância foi mesmo maravilhosa!



PS.: Para complementar toda essa sessão nostalgia  existe o Almanaque dos Anos 90, de Silvio Essinger a venda aqui.


Nostalgia - Parte II


            Séries e programas


            Punky, a Levada da Breca, a órfã que tinha a casa na árvore mais desejada na época. Ahh tinha a  Blossom que hoje aparece no The Big Bang Theory (como a "namorada" do Sheldon).
O mundo da Lua tinha Lucas Silva e Silva, que ao completar 10 anos ganhou um gravador mágico de presente. Ai ele idealizava os acontecimentos da sua vida como gostaria que fossem. Quero mesmo um gravador desse!!
Claro, existiam também as séries clássicas, como Chaves e o Chapolim, as reprises do Sítio do Pica Pau Amarelo e Os Trapalhões.
            Já Rá-Tim-Bum foi um programa infantil de quadros livres, como Senta que lá vem história, Professor Tibúrcio, Esfinge, Como se faz, Doutor Barbatana e as sereias da água doce, tomar banho ou escovar os dentes, Bate Boca (trava-língua): Quarteto do Edgar. A abertura era igualmente sensacional.
            Da mesma forma adorava o Castelo Rá-tim-bum (1994) e, coincidentemente, tive a oportunidade de ver um episódio na semana passada. É espantoso lembrar-se de letras de músicas, cenas e falas que “aparentemente” nem existiam na minha memória mais. Na infância era incrível adentrar naquele mundo mágico e divertido. Adorava o Nino, Zequinha, Pedro e Biba, Dr. Victor, bruxa Morgana, os cientistas gêmeos Tíbio e Perônio, as fadinhas do lustre Lana e Lara (queria ser a Lana), além do vilão Dr. Abobrinha. Também tinha a jornalista Penélope, o ET Etevaldo e a Caipora que visitavam o castelo às vezes. Sem contar os bichos, como a Celeste, o passarinho (que som é esse?), gatos, ratos e monstros do encanamento que também faziam parte do elenco.
            Em 1991, Glub Glub mostrava dois peixinhos no fundo do mar com historinhas desse ambiente. Achava sensacional como ficava só a carinha da pessoa no corpo de peixe.  Até William Bonner e a Fátima Bernardes deram a cara por lá!
O X Tudo era apresentado pelo ator Gerson de Abreu e o boneco X que falavam sobre curiosidades científicas, sugestões de leitura e entrevistas.
Na Cultura também, no programa Cocoricó, Júlio e seus amigos- como as galinhas Lola, Zazá, a vaca Mimosa e o cavalo Alípio- apareciam em episódios bem educativos.
O programa TV Colosso (1993) com Priscila, Paulo Paulada, Borges, Gilmar, JF, Capachão era tudo de bom!! A atração era complementada por vários desenhos, como: Animaniacs, Capitão Planeta (terra, fogo, vento, água e coração - com sua frase "Pela união de seus poderes, eu sou o Capitão Planeta!"),                                                                                                                                                                     Família Dinossauro, Power Rangers, Taz-mania, Tico e Teco, etc. Como era antes do almoço sempre finalizava com a frase: “Atention, tá na horrra de matarr a fomê, tá na mêss pessoaaaaal” e um monte de cachorro atropelando tudo!
Acreditava que a TV Cruj era ao vivo. E curtia quando eles despediam-se do público com o bordão: "CRUJ, CRUJ, CRUJ, Tchau!". Queria participar de uma TV pirata como a deles.
A novela Chiquititas,1997, fazia meus recreios serem ocupados por encenações da novela. Uma parte que adorava era o final de cada episódio, onde sempre tinha um clipe de uma música. Teve Carrossel também, mas pouco me lembro (sorry).
Adorava as apresentadoras Xuxa (Xou da Xuxa, Xuxa Park, Planeta Xuxa); Angélica, (Passa ou Repassa, Fada Bela em Caça Talentos);  a Eliana (Sessão Desenho, Bom Dia & Cia, Eliana e Alegria). Lembro que também gostava muito da Mara Maravilha, nem lembro o nome do programa.
 Continua...

Nostalgia- parte I


Ah, a nostalgia... Descreve, muitas vezes de forma irreal e idealizada, uma sensação de saudades do passado.  Nasce justamente da impossibilidade de reviver tudo isso. E pelo o que li, ao contrário do sentimento de saudade, ela só aumenta. Quanto mais perto você estiver da causa, mais vai sentir. Com a saudade é diferente: você mata o que estava te matando (rsrsr), ou seja, você consegue amenizar com reencontros.
Particularmente sou uma pessoa muito nostálgica. E algumas fotografias, músicas, filmes, desenhos, objetos, brinquedos, filmes, sons, comidas, cheiros e cores têm esse poder sobre mim. Com certeza minha nostalgia individual é capaz de se identificar com a de pessoas da minha idade.
Sinto bastante saudade da infância, dos amigos que tinha, dos laços que cultivava. Muitas vezes nutrir esse sentimento é uma forma de escapismo (querendo ou não todo mundo precisa de uma válvula de escape).
Então, vamos lá escapar um pouquinho! E para isso resolvi fazer uma série de posts sobre isso (já que só um ficaria muito extenso). 

Desenhos




Começando por um desenho que me matava de agonia e fazia sofrer junto: Caverna do Dragão. A tão desejada volta pra casa era sempre adiada. Depois até saiu um livro com o desfecho da história para os mais curiosos, mas nem cheguei a ler.
 He-Man (daí que saiu a piadinha da anatomia: qual a função do esqueleto? R:Tentar dominar o castelo de Grayskul) e, a versão feminina do desenho, She-Ra:a princesa do poder. Posso dizer que lembro bem pouquinho da história. Ah, já ia esquecendo: “Eu tenho a força!!!”.
           Thundercats rendeu o nome de uma boneca minha, a Cheetara, e sempre vem o Snarf falando na minha cabeça “Oh, Lion-O” quando me lembro desse desenho:
           Os Ursinhos Carinhosos eram muito meigos! Amado, Ternura, Coração, Sonho, Amigo, Boa Sorte, Animada/Rosada, Campeão, Fiel, Vovó, Altruísta, Aniversário Soneca, Ursinho dos Desejos. Todos fiéis à Ursa Fiel e ao Cavalo Nobre. Era bom imaginar viver numa nuvem e ser cercado por amigos assim!
           Ohh vontade de comer pizza (no esgoto de Nova York, detalhe) que me acometia toda vez que via Tartarugas Ninja. Adorava os nomes renascentistas: Leonardo, Michelangelo, Donatello e Rafael. Confesso que o rato que treinavam eles, o Mestre Splinter, me dava certa repulsa.
          Doug Funnie, Costelinha, Pati Maionese, Judy, Skeeter e Roger em histórias divertidas, com muitas paródias, imaginação e o amor de Doug por Pati. De vez em quando ainda vejo.
         O desenho Cavalo de Fogo tinha uma música de abertura linda, a princesa Sara e seu amuleto que brilhava (certa vez quis imitar a Sara e arrumei um amuleto... e até hoje espero o Cavalo de Fogo...)
         Em A nossa turma, um grupo de animais amigos tentava ensinar valores para o público.
          Por influência do meu irmão mais velho e seus amigos, acabei assistindo e gostando muito de Cavaleiros do Zodíaco. Os guerreiros Shiryu de Dragão, Ikki de Fênix, Shun de Andrômeda e Hyoga de Cisne são aliados de Seiya (era apaixonada pelo Cisne). Juntos, eles batalhavam para proteger a deusa Atena de qualquer ameaça, assim como seus precursores fizeram durante milênios. 




           Timão e Pumba: Hakuna Matata, é lindo viver... Rendia altas risadas esses dois, viu.          
          Em O fantástico Mundo de Bob, o tio Ted, o cachorro Roger, a mãe Martha, sua irmã Kelly, seu irmão mais velho Derek e o pai Howard eram fantásticos. Sem contar que bastava a abertura pra ser interessante.
Lembro bem de uma musiquinha de abertura do desenho Marsupilami: Marsupilami vem correndo pela selva mais que cauda grande, quanta empolgação... Ah era meio trash, mas eu via.
             Em Pincky e o Cérebro, difícil não se lembrar da famosa pergunta de Pinky: "Cérebro, o que faremos amanhã a noite?" e Cérebro responde: "A mesma coisa que fazemos todas as noites, Pinky... Tentar conquistar o mundo!"
             Em o Inspetor bugiganga valia a criatividade para derrotar o Dr. Garra.
             No desenho Rugrats- os anjinhos os bebês, Tommy Pickles, Chuckie Finster e os gêmeos Phil e Lil comunicavam-se com uma linguagem que só as crianças entendiam. Era muito viajado, mas tinha uma proposta diferente!
             Clássicos, como Pernalonga, Pateta, Tom & Jerry e Pica-Pau sempre atraíam grande sucesso de público.
             Do Tintin e seu cão Milu (As Aventuras de Tintin) eu não lembrava. Um dia conversando sobre esse assunto fui lembrada da existência deles. Inclusive, quem me falou tinha o sonho de ser detetive devido a esse desenho (revelei um segredo haha). Engraçado o poder que esses desenhos tinham em trazer fantasia, sonhos e alegria.
             Rupert, O pequeno urso, Gato Félix; Denis, o pimentinha e Digimón também merecem ser lembrados!  
            Bananas de Pijamas  e Teletubbies, na verdade, eram alvo de críticas já que não estava tão criança assim pra esse tipo de atração.

 Continua...

Quando criança...



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Quando criança, uma das coisas que mais despertava minha alegria e bem estar era brincar com meus primos na fazenda da minha avó. Sempre tinha uma turma animada de crianças que dispunham as férias para as mais variadas brincadeiras, desde as mais convencionais, como esconde-esconde, pega-pega, barra-manteiga até algumas inventadas por mim como: “escalar montanha”, “explorar floresta”, “dependurar no cipó e por ai vai.
Escalar montanha, para nós meras crianças ingênuas, era pegar pedaços pontudos de madeira e uma pedra, simulando os equipamentos de um alpinista, e ir escalando até o topo de um barranco. A ascensão era árdua e às vezes nos custava nosso próprio sangue, já que era comum conseguir progredir até o topo e nossos equipamentos nos deixarem na mão. Não é difícil imaginar quanta ralação e até o ponto de origem. Ah, sujar fazia bem. 


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Explorar florestas  era embrenhar nas matas da fazenda e deparar com qualquer animal selvagem, inseto ou monstro( é, porque o que valia era a imaginação).

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Dependurar no cipó, também tem o título muito literal, era uma espécie de concurso de saltos agarrados no cipó. Meus primos apostavam na velocidade, força ou delicadeza e a disputa chegava a níveis altos. O jurado era meu pai e posso jurar que ele nunca me beneficiou. Lembro bem dos conceitos que ele avaliava cada salto: bom, razoável, ótimo... a maioria era razoável mesmo, os meus pelo menos eram. Era muito divertido brincar de Tarzan! Ah detalhe: esse concurso não era realizado na fazenda da minha vó.


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Posso dizer também que até as brincadeiras convencionais tinha o nosso toque, por exemplo, pega-pega no chão não tinha graça. Para dar mais emoção brincávamos de pega-pega no alto de uma mangueira. Nossos pais tentavam impedir e tudo mais, mas éramos a maioria. Graças aos nossos bons anjos da guarda nunca nos aconteceu nada. 


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Agora veio um monte de brincadeira em mente, tipo queimada na rua, construir casa em árvores e piscinas naturais, escorregar  do alto de morros com grama, salada mista, noite de contos de terror, dominó, baralho, pega-vareta, Mario Bros, castelo de cartas, futebol, rebater, carrinho de rolimã...
O que eu mais gostava de brincar era de esconde-esconde, aquela tensão em encontrar um lugar adequado, esperteza para chegar mais rápido ao pique... Tudo muito empolgante.
Confesso que até hoje bate aquela vontadezinha de roubar a ampulheta do tempo de Deus e voltar àquela época. OOo saudade, que bate no coração.


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