Chegar ao ponto de distorcer a percepção dos sentimentos é demais.... Não é nada!!!
Realmente é confuso. Isso acontece o tempo todo. O ato de iludir-se é frequente. Que atire a primeira pedra quem sempre foi impecável!
Nascemos, crescemos e iludimos... A verdade é que a partir do momento que nos entendemos por gente, a tendência é errar, julgar mal e iludir-se.
Tão logo exemplificar com um relacionamento. Quantas vezes elevamos um fato, fazendo dele extremamente bom ou ruim? Cuidado! Esse fato pode estar embasado numa ilusão. Será que era tão bom assim? Será que o protagonista do término foi o desgaste? Será que esse amor era tão grande mesmo para não superar isso? Será que era para tanto sofrer de tal forma? O pior foi perder o sentimento ou destruir a ilusão?
O ciclo do ilusionismo segue um padrão. Primeiro: iludir-se achando que o príncipe, o bom moço, o genro que toda sogra desejou bateu à sua porta. E depois ficar presa à ilusão de que ele é a solução de todos seus problemas, a cura de todas as feridas e o único capaz de te dar um "feliz para sempre". Segundo: cegar ao ponto de acreditar que o máximo que pode abalar o relacionamento seja uma briguinha por uma ou outra explosão de ciúmes, achar que não há ninguém para ameaçar seu posto de namorada, que ele sempre vai voltar e tal. Terceiro: nutrir a ilusão de que vive num mundinho perfeito, o qual não existe sem ele, funcionando quase como um vício. A maioria permanece nesse ciclo de ilusionismo por tempo suficiente para a decepção ser ainda mais devastadora.
Cabe sempre refletir, será que é mesmo tudo o que pensei? Será que superestimei o quanto real era? Cabe sempre questionar, tentar sair da visão do que queremos e entrar na visão realista do que temos. Quem sabe assim seja possível descobrir antes que o mal seja feito de que nem tudo o reluz é ouro.
Obs. Aviso
Obs. Aviso
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