Despertar com um baita e-mail, tomar as dores de outra pessoa e, no decorrer do dia, arriscar a compreender uma mente doentia foi muito por hoje. Basta a cada dia o seu mal. Fui capaz de experimentar muitas emoções e, no momento, sinto-me aliviada. A sucessão de eventos culminou nesse caos e paz ao mesmo tempo, engraçado, né? Mas com certeza vou adormecer com os anjinhos. É bom sentir que você tem vários amigos para te amparar e fazer com que você veja tudo de uma maneira melhor.
Voltando ao assunto, hoje fiquei chocada com o ponto em que um ser humano pode se rebaixar para ver o outro infeliz. Saliento 3 coisas: imaturidade, maldade e falta do que fazer.
Vejo que a imaturidade é um comportamento onde se tem uma dificuldade em admitir seus próprios erros. Geralmente, o imaturo irá oferecer milhões de desculpas e sempre irá jogar a responsabilidade para o outro. Fácil ser assim, não é?
Para a maldade, Einstein disse que: “o mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade”. Nesse caso, acho que atos de crueldade foram permitidos por vista grossa. No entanto, chega uma hora que os limites são alcançados e a história muda de rumo.
Outro assunto que me atraiu a atenção foi o ócio negativo. Pelo menos, presumo que seja isso. A falta de ocupação faz com que nossa mente foque em alguns fatos. Muitos acontecimentos assumem dimensões maiores quando estamos tomados pelo ócio. E também, certos pensamentos voltam a habitar nosso consciente. Nessas horas que antigas obsessões voltam a causar transtornos.
Agora soma tudo o que foi citado e obtém-se o que estou falando. O pior de tudo nem é apresentar essas características negativas (qualquer um, em doses maiores ou menores, está sujeito a isso). O pior é pensar que o objetivo é trazer a infelicidade de alguém. Melhor pensar que isso é fruto da irracionalidade, da obscuridade que certos sentimentos levam a uma pessoa. Expectadores conseguem ver o quão ilógico é desejar o mal de alguém dessa forma, mas talvez quem protagoniza a história não perceba.
Paulo Coelho disse no livro Monte Cinco, "existem certas coisas que os deuses nos obrigam a viver..." e essa foi uma delas. Por um momento sucumbi, confesso, mas agora estou mais forte que nunca e de peito aberto e mente preparada para esse tipo de joguinho!
Logo aproveito essa história toda para tirar uma lição e conseguir reverter para algo proveitoso. Em prol do bem e sem aguardar recompensas, simples assim. Acredito nas pessoas, acredito em se tratar de uma má fase. Enquanto isso aguardo porque até isso vai passar!
ps. hoje, na verdade foi ontem.
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